Tanto a carência quanto a hiperestimulação sensório-motora que não se adaptam às capacidades interacionais do bebê têm efeito nocivo.

É a qualidade das estimulações sensório-corporais, respeitando o ritmo e as necessidades do bebê, assim como dos nossos pacientes, que deve e precisa ser oferecida no momento oportuno.

O essencial é que as interações sensório-motoras sejam suficientemente portadoras de afeto, carinho e amor para que aconteça a dupla nutrição: o alimento sensorial e o alimento psíquico. Dois alimentos imprescindíveis para abrir um espaço interno propício à criação de pensamentos.

Uma comunicação sensorial satisfatória e tranquilizadora alimenta a integridade do sentimento de identidade.

A contenção física se converte em contenção psíquica e estimula o crescimento do Eu.

Serge Peyrot

Imagem: https://unsplash.com/@jaibanez 

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