“Quando iniciei a formação da Terapia Morfonalítica em 1989, fiquei maravilhada, era justamente o que eu procurava, já era fisioterapeuta e adorava psicologia, o método unia os dois conhecimentos, e pude tratar o paciente como um todo. Só a fisioterapia não me satisfazia, não gostava de atender com aparelhos, gostava das terapias manuais e percebia que nas queixas de dor física sempre havia um outro significado e pedido do paciente. É uma profissão que me realiza, trato da pessoa e não só da queixa, e é bonito ver as pessoas melhorando, se descobrindo, se modificando corporalmente e emocionalmente.”